Jogados por gerações desde a antiguidade fazem parte da nossa Identidade Cultural. O objectivo deste Blogue é que não sejam esquecidos. Estes Jogos encontram-se escondidos à vista de toda a gente. Se conhecer algum Jogo de Tabuleiro na sua terra não hesite em contactar-nos, obrigado. Do lado esquerdo podem pesquisar pelo nome do Jogo, por Local ou por Etiqueta. Do lado direito podem encontrar um Mapa com os Jogos conhecidos na Península Ibérica.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Novo tipo de tabuleiro encontrado em Lisboa

Jogo inédito encontrado na escadaria da Igreja de NS de Jesus em Santos, Lisboa. 
No Norte da Europa é conhecido como o Jogo da Raposa e dos Gansos ou pelo nome ancestral de HALATAFL.
Em Portugal é a primeira vez que encontramos este tipo de tabuleiro que a Majora transformou no jogo do ASSALTO.
Na mesma escadaria temos quase uma dezena de jogos, na sua maior parte Alquerques dos 16, o jogo que mais surge no nosso Pais.
Estes jogos têm origem nas India e são jogados em todo o mundo.





















domingo, 15 de maio de 2016

O Pentagrama como Jogo

O Pentagrama hoje associado a bruxarias, é também um simbolo de protecção (na Raia Alentejana por exemplo), foi um dos simbolos dos Templários (Selo de Salomão em Jerusálem sede da Ordem do Templo), foi uma forma de identificação dos Pitagóricos na antiga Grécia e é.......um Jogo.
Jogado na India, nas Canárias segundo José Cejas (primeira foto) e no Alentejo em Arraiolos (fotos seguintes).







quinta-feira, 12 de maio de 2016

"Mancala" o Jogo das "Covinhas"

"Mancala" é o nome de um tipo de Jogo de tabuleiro com milhares de anos. Este Jogo encontra-se por todo o Mundo, tem mais de 800 nomes e 200 maneiras de jogar em diferentes tabuleiros.
No nosso Alentejo está escondido à vista de todos, muitos aparecem sob a forma de "Covinhas" na Arte Rupestre, em Menires tombados e outras rochas e pedras.



Mourão (numa rocha na margem do Alqueva ao pé da Manivela)



 Alandroal (nos Mocissos segundo desenho de Antonio Baptista e André Santos) 



 Serpa (no Menir que está agora no Castelo)



Mourão (no Povoado de Moinho de Valadares, foto de Antonio Valera)



Reguengos de Monsaraz (num dos Menires do Cromeleque dos Perdigões).